não adianta pensar nos outros. aconteceu o inevitável, com requntes de crueldade, para variar. não me importo de outro A. ficar sabendo da minha reação. ele saber ou não tanto faz não vai mudar nada mesmo. eu sei.
nada que eu faça muda nada, jamais.
preciso de Paris 8 ou da Sorbonne. Preciso do meu aceite. preciso da minha fuga.
mesmo tentando de todas as formas, Deus me trai.
não aguento mais ser saco de pancada.
o que eu fiz para merecer isso?
e nunca ser recompensada.
terça-feira, 2 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Fim
Definitivo. "Estou terminando com você. Te dando um pé na bunda." Sem opção, sem qualquer argumento que eu pudesse sugerir. Minha dor é reprovada. Minha raiva é reprovada.
Eu quero ir embora. Quero não temer o nada. Ter certeza de que é só o fim de uma angústia que carrego pela vida, e você não conseguiu carregar uma semana.
Sempre a dor, a dor que eu não esperava.
Pois é sempre assim, não sou merecedora e nunca serei.
Não há nada que eu possa fazer.
Adeus.
Adeus, meu amor. Por mais que você ache que sou uma pirralha imbecil que vai se apaixonar pelo primeiro na esquina.
Quero morrer em um acidente aéreo.
Mas acho mais provável que ocorra de outra maneira.
Eu quero ir embora. Quero não temer o nada. Ter certeza de que é só o fim de uma angústia que carrego pela vida, e você não conseguiu carregar uma semana.
Sempre a dor, a dor que eu não esperava.
Pois é sempre assim, não sou merecedora e nunca serei.
Não há nada que eu possa fazer.
Adeus.
Adeus, meu amor. Por mais que você ache que sou uma pirralha imbecil que vai se apaixonar pelo primeiro na esquina.
Quero morrer em um acidente aéreo.
Mas acho mais provável que ocorra de outra maneira.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
perder
Como sempre, todos os meus passos, supostamente em falso, assumem proporções enormes.
Eu não acredito que você não me queira. As palavras pensadas, o discurso racional difere do espontâneo.
Ou não. Ou ao menos assim eu pensava.
Você não me deu a mão. Você não veio correndo me colocar no colo ou foi firme no conforto. Palavras burocráticas.
A ausência delas depois da minha escrita, tão sincera, tão aberta. o que você quisera que fosse.
Nada que eu faça vai adiantar. Em absoluto.
Eu não sou o bastante. e nunca vou saber o porquê.
Você simplesmente não se importa em me perder. Até porque, para você não teria o sentido de uma perda, apenas um pequeno passo em falso, seu. Um chope e um ombro resolvem.
Eu não acredito que você não me queira. As palavras pensadas, o discurso racional difere do espontâneo.
Ou não. Ou ao menos assim eu pensava.
Você não me deu a mão. Você não veio correndo me colocar no colo ou foi firme no conforto. Palavras burocráticas.
A ausência delas depois da minha escrita, tão sincera, tão aberta. o que você quisera que fosse.
Nada que eu faça vai adiantar. Em absoluto.
Eu não sou o bastante. e nunca vou saber o porquê.
Você simplesmente não se importa em me perder. Até porque, para você não teria o sentido de uma perda, apenas um pequeno passo em falso, seu. Um chope e um ombro resolvem.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Smile like you meant it
Peço para você me tranquilizar.
Mas não faça isso se não for verdade.
Embora eu queira tanto que seja.
Mas não faça isso se não for verdade.
Embora eu queira tanto que seja.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Totally forgettable
Eu sou aquela incapaz de fazer alguém se apaixonar. Apenas enganos chegam a mim. Sempre. Sempre. Sempre. Não importa meu equilíbrio ou desequilíbrio. Não importa nada.
Ninguém vai deixar a outra por mim, ninguém vai me seguir a outro país.
Não importa o meu amor, nunca tocará o coração alheio.
Somente desencontros.
Queria ter força de vontade bastante para dizer não, adeus e pensar em ser uma pesquisadora solitária no velho continente. Ter no meu trabalho o mais importante da minha vida em todos os momentos. Jamais perder o foco disso. Cumprir minha meta de amar cada vez menos.
Dormir e acordar em Paris, com todas as burocracias resolvidas. Fechada para o mundo.
Ser uma mulher de pedra. Talvez eu precise disso e ponto.
Ou simplesmente ter a coragem que ela teve. Pois, afinal, são sempre repetições. Não adianta minha mudança de atitude. Não adianta nada.
Queria te colocar no colo e trazer para casa.
Mas você não quer.
Não posso fazer nada. e sofro pra caralho com isso, essa é a verdade, só penso até quando vou ficar levando porrada, uma atrás da outra, e porque diabos eu tenho que aguentar, pois eu sei, eu tenho certeza de que não sou uma garota qualquer, estou acima da média. E tudo parece querer abalar essa confiança construída a tão duras penas.
Eu não QUERO aguentar isso mais uma vez. Questão de escolha. E quero muito ter coragem.
Ninguém vai deixar a outra por mim, ninguém vai me seguir a outro país.
Não importa o meu amor, nunca tocará o coração alheio.
Somente desencontros.
Queria ter força de vontade bastante para dizer não, adeus e pensar em ser uma pesquisadora solitária no velho continente. Ter no meu trabalho o mais importante da minha vida em todos os momentos. Jamais perder o foco disso. Cumprir minha meta de amar cada vez menos.
Dormir e acordar em Paris, com todas as burocracias resolvidas. Fechada para o mundo.
Ser uma mulher de pedra. Talvez eu precise disso e ponto.
Ou simplesmente ter a coragem que ela teve. Pois, afinal, são sempre repetições. Não adianta minha mudança de atitude. Não adianta nada.
Queria te colocar no colo e trazer para casa.
Mas você não quer.
Não posso fazer nada. e sofro pra caralho com isso, essa é a verdade, só penso até quando vou ficar levando porrada, uma atrás da outra, e porque diabos eu tenho que aguentar, pois eu sei, eu tenho certeza de que não sou uma garota qualquer, estou acima da média. E tudo parece querer abalar essa confiança construída a tão duras penas.
Eu não QUERO aguentar isso mais uma vez. Questão de escolha. E quero muito ter coragem.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Medo, medo, medo, e a ausência
Não me deixa. Estou apavorada. Semana passada achei que você me amasse e fosse apenas uma dificuldade com as palavras. Mas você não me ama.
Eu te amo, eu te amo, não me deixa.
Tem um vazio imenso dentro de mim, sua falta de palavras, seus olhares tristes, tudo isso me mostra o enorme perigo.
Me diz que você não vai me deixar.
Me procura de surpresa.
Eu te amo e quero você na minha vida, nos meus poros, indelével. Já pedi desculpas, sou transparente mas aceito suas mentirinhas.
Aceito, como você é. E acho que você não é ausência, daí meu medo. Faltaram palavras e seu olhar foi ausência. O vazio dos seus olhos e da sua boca está no meu peito. E desespero.
Por favor, fica comigo.
Não me abandona.
Eu te amo. Mesmo que você não queira. E esse amor não te obriga a nada. Desde que você fique comigo.
Eu te amo, eu te amo, não me deixa.
Tem um vazio imenso dentro de mim, sua falta de palavras, seus olhares tristes, tudo isso me mostra o enorme perigo.
Me diz que você não vai me deixar.
Me procura de surpresa.
Eu te amo e quero você na minha vida, nos meus poros, indelével. Já pedi desculpas, sou transparente mas aceito suas mentirinhas.
Aceito, como você é. E acho que você não é ausência, daí meu medo. Faltaram palavras e seu olhar foi ausência. O vazio dos seus olhos e da sua boca está no meu peito. E desespero.
Por favor, fica comigo.
Não me abandona.
Eu te amo. Mesmo que você não queira. E esse amor não te obriga a nada. Desde que você fique comigo.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
et encore
agora já me expus completamente. e isso nada causa. chega mais perto, chega... está mais do que claro que eu quero.
não desisto por pouco e se dependesse de mim, seria(mos) muito mais.
mas talvez minha sinceridade volte-se contra mim. e estou morta de medo.
quero uma certeza. e quanto desejo essa certeza. quanto... e quanto dói não poder tê-la.
continuo minha busca através de letras digitadas.
não desisto por pouco e se dependesse de mim, seria(mos) muito mais.
mas talvez minha sinceridade volte-se contra mim. e estou morta de medo.
quero uma certeza. e quanto desejo essa certeza. quanto... e quanto dói não poder tê-la.
continuo minha busca através de letras digitadas.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
De frente
Queria apagar e só acordar na França, com apartamento alugado, internet e celular, carte de séjour encaminhada.
Mas acho, muitas vezes, que nem a França, ou qualquer outro lugar, dará jeito.
Tive a confirmação, já anunciada, da perda de um, sinto a eminência da perda de outro. É como quando a anestesia não pega direito. Há um entorpecimento, mas algo dá pontadas bem no fundo.
Queria tanto que você me surpreendesse. Que a eminência não se confirmasse. Que você me pegasse no colo e dissesse sim. E me desse a calma, e que essas palavras escritas que você não lê servissem de algo.
Você não sabe como é quando não sobra nada. Absolutamente nada.
E não tenho coragem de dizer a ninguém que todos os dias penso como seria estar fora do mundo. Talvez porque não tenha coragem mesmo de escolher, sei disso.
E tanto fiz para estar bem agora, porque você não percebe? Ele nunca vai perceber, isso eu sei e não esperaria nada diferente. Mas porque você não se abre para mim e me vê aqui, a menina que vai te fazer o melhor.
Eu posso, eu juro. Por que você faz como os outros, e ele, e não nota?
Não me abandone, eu imploro.
Mas acho, muitas vezes, que nem a França, ou qualquer outro lugar, dará jeito.
Tive a confirmação, já anunciada, da perda de um, sinto a eminência da perda de outro. É como quando a anestesia não pega direito. Há um entorpecimento, mas algo dá pontadas bem no fundo.
Queria tanto que você me surpreendesse. Que a eminência não se confirmasse. Que você me pegasse no colo e dissesse sim. E me desse a calma, e que essas palavras escritas que você não lê servissem de algo.
Você não sabe como é quando não sobra nada. Absolutamente nada.
E não tenho coragem de dizer a ninguém que todos os dias penso como seria estar fora do mundo. Talvez porque não tenha coragem mesmo de escolher, sei disso.
E tanto fiz para estar bem agora, porque você não percebe? Ele nunca vai perceber, isso eu sei e não esperaria nada diferente. Mas porque você não se abre para mim e me vê aqui, a menina que vai te fazer o melhor.
Eu posso, eu juro. Por que você faz como os outros, e ele, e não nota?
Não me abandone, eu imploro.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
25/4/2009 - Take 5
Desenhos de trens estritamente vigiados. Os planos das viagens que não fiz.
Eu queria que você estivesse aqui. Como os outros. Que sua vinda já estivesse implícita. Que eles soubessem. Que seus amigos me rotulassem sua mulher.
Neste mesmo dia, nesta mesma noite em que pares oficiais ou não dormirão o sono dos justos lado a lado, você sequer pensa, ainda que rapidamente, em mim. Não deseja minha presença em sua festa como desejo a sua aqui. Talvez, agora mesmo tenha encontrado uma outra presença que impedirá a minha.
Eu gostaria de confirmações e não evasivas. A certeza que se apresenta não é favorável. A certeza qua imagino ter e desejo tanto estar enganada a respeito.
Por que entre tantos encontros sou eu a ter desencontros? Aqui, neste dia, tudo ao meu redor é tão doce. Invejo.
O que você fez na França? Tentei me preparar para um encontro como poderia ser o nosso. Ou ter sido.
As imagens dela no deserto vermelho em super 8. O que nunca terei de mim. Meus desenhos foram rasgados, as fotografias destruídas. Nunca pelo acaso, sempre por alguém mais forte.
Time to go to sleep.
Eu queria que você estivesse aqui. Como os outros. Que sua vinda já estivesse implícita. Que eles soubessem. Que seus amigos me rotulassem sua mulher.
Neste mesmo dia, nesta mesma noite em que pares oficiais ou não dormirão o sono dos justos lado a lado, você sequer pensa, ainda que rapidamente, em mim. Não deseja minha presença em sua festa como desejo a sua aqui. Talvez, agora mesmo tenha encontrado uma outra presença que impedirá a minha.
Eu gostaria de confirmações e não evasivas. A certeza que se apresenta não é favorável. A certeza qua imagino ter e desejo tanto estar enganada a respeito.
Por que entre tantos encontros sou eu a ter desencontros? Aqui, neste dia, tudo ao meu redor é tão doce. Invejo.
O que você fez na França? Tentei me preparar para um encontro como poderia ser o nosso. Ou ter sido.
As imagens dela no deserto vermelho em super 8. O que nunca terei de mim. Meus desenhos foram rasgados, as fotografias destruídas. Nunca pelo acaso, sempre por alguém mais forte.
Time to go to sleep.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Um belo dia de feriado
Mas escrever não me trouxe a calma, nem ele. Continuo lendo o horóscopo. Mas as superstições de nada adiantam, mesmo que eu me vicie, são absolutamente nada.
Tentei fazer a coisa certa, dar carinho, confiança, mas são valores nulos. Ele gosta um pouquinho de mim, eu estou apaixonada. Não sei bem por quê, ou melhor, sei, era previsível, é minha carência, é algo que logo manifestar-se-ia, é o preenchimento do espaço da Ausência.
Arrisquei e, mais uma vez, gameover.
Eu não tive coragem de escolher, nunca, mas metaforicamente, a corda sempre está bem firme aqui no meu pescoço. E acabo estrangulada.
Sem nunca saber muito bem o que fiz de errado.
Por que, quando olho para os outros, a mesma coisas, se vistas negativamente (o que não são em essência), no máximo seriam besteirinhas, uma mão na cabeça e pronto. Para mim, são sempre fatais.
O que custa pegar o telefone e tentar saber como estou, me chamar para jantar, cair por mim. Como já disse, eu já estou de joelhos e agora que sabe disso, permita-se.
Mais uma vez caio na superstição. Como se as palavras escritas e um diário que ninguém lê pudessem ter força para trazê-lo, de fato, até mim.
Ele deve ter saído ontem para espairecer, hoje deve estar na praia, eu não sou uma companhia ou opção.
E não sinto vontade de nada sem ele.
Minha amiga não me chama para o aniversário. Não tenho autoafirmação.
E essa luz do dia, tão bonita, me agride. Poque ele não quer estar comigo. Não tem vontade.
Não sei mais o que fazer ou como agir. Minha naureza afasta os outros. Mas só quando este tipo de natureza vem de mim. De outras, é bem quisto.
E eu adoraria conseguir ficar sozinha com meus livros e morrer assim, em paz. Mas eu sempre precisei deles, e isso não mudou.
Não sei mais.
Não sei.
Tentei fazer a coisa certa, dar carinho, confiança, mas são valores nulos. Ele gosta um pouquinho de mim, eu estou apaixonada. Não sei bem por quê, ou melhor, sei, era previsível, é minha carência, é algo que logo manifestar-se-ia, é o preenchimento do espaço da Ausência.
Arrisquei e, mais uma vez, gameover.
Eu não tive coragem de escolher, nunca, mas metaforicamente, a corda sempre está bem firme aqui no meu pescoço. E acabo estrangulada.
Sem nunca saber muito bem o que fiz de errado.
Por que, quando olho para os outros, a mesma coisas, se vistas negativamente (o que não são em essência), no máximo seriam besteirinhas, uma mão na cabeça e pronto. Para mim, são sempre fatais.
O que custa pegar o telefone e tentar saber como estou, me chamar para jantar, cair por mim. Como já disse, eu já estou de joelhos e agora que sabe disso, permita-se.
Mais uma vez caio na superstição. Como se as palavras escritas e um diário que ninguém lê pudessem ter força para trazê-lo, de fato, até mim.
Ele deve ter saído ontem para espairecer, hoje deve estar na praia, eu não sou uma companhia ou opção.
E não sinto vontade de nada sem ele.
Minha amiga não me chama para o aniversário. Não tenho autoafirmação.
E essa luz do dia, tão bonita, me agride. Poque ele não quer estar comigo. Não tem vontade.
Não sei mais o que fazer ou como agir. Minha naureza afasta os outros. Mas só quando este tipo de natureza vem de mim. De outras, é bem quisto.
E eu adoraria conseguir ficar sozinha com meus livros e morrer assim, em paz. Mas eu sempre precisei deles, e isso não mudou.
Não sei mais.
Não sei.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Menção de dizer
Eu já estou de joelhos.
Sinta minha falta. Não consiga controlar as palavras. Admita-se apaixonado e diga que me quer do seu lado sempre. Escrevo na superstição de que isto ajude a se tornar verdade.
Sei que você é supersticioso. Eu leio o horóscopo todos os dias. O meu e o seu.
Diz que não quer que eu vá. Diga que vai atrás. Ou não diga nada e vamos viver agora. Ou vá morar comigo lá, ou, por enquanto, me acolhe na sua casa.
Sinta saudades todos os dias. E siga isso, e diga isso. Para mim e o seu melhor amigo.
Sua letra é parecida com a minha. Eu queria que isso significasse que somos muito parecidos e assim, seu problema fosse simplesmente igual ao meu. Medo de falar.
E não o não sentir.
Eu queria que você sentisse e palavras publicadas na internet fizessem com que você verbalizasse seus sentimentos e me pedisse. Ou sugerisse.
Queria que você simplesmente pisasse em ovos assim como eu.
Eu quero. É isso. Acho que está claro, mesmo sem explicitar.
Eu sou sua mulher. Já. Seja.
Pede, vai...
Sinta minha falta. Não consiga controlar as palavras. Admita-se apaixonado e diga que me quer do seu lado sempre. Escrevo na superstição de que isto ajude a se tornar verdade.
Sei que você é supersticioso. Eu leio o horóscopo todos os dias. O meu e o seu.
Diz que não quer que eu vá. Diga que vai atrás. Ou não diga nada e vamos viver agora. Ou vá morar comigo lá, ou, por enquanto, me acolhe na sua casa.
Sinta saudades todos os dias. E siga isso, e diga isso. Para mim e o seu melhor amigo.
Sua letra é parecida com a minha. Eu queria que isso significasse que somos muito parecidos e assim, seu problema fosse simplesmente igual ao meu. Medo de falar.
E não o não sentir.
Eu queria que você sentisse e palavras publicadas na internet fizessem com que você verbalizasse seus sentimentos e me pedisse. Ou sugerisse.
Queria que você simplesmente pisasse em ovos assim como eu.
Eu quero. É isso. Acho que está claro, mesmo sem explicitar.
Eu sou sua mulher. Já. Seja.
Pede, vai...
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Leves inclinações
Acabou, pelo seu tom de voz. Pela falta de pequenos momentos.
De vontade.
Nenhuma presença. Apenas mais uma ausência.
A frieza e apenas isso. É só o que mereço, não sei por quê.
Nunca serei seguida até um país estrangeiro. Essas coisas simplesmente não acontecem comigo.
A falta de pequenas pausas, a frieza e alguém novo.
Minha insuficiência.
De vontade.
Nenhuma presença. Apenas mais uma ausência.
A frieza e apenas isso. É só o que mereço, não sei por quê.
Nunca serei seguida até um país estrangeiro. Essas coisas simplesmente não acontecem comigo.
A falta de pequenas pausas, a frieza e alguém novo.
Minha insuficiência.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Ar...
Meu anjo e de tantas outras,
Dá-me tua mão, chega até mim.
Faça com que eu seja a única, especial. Você pode pensar que só até daqui a quatro meses, mas nunca sabemos. Esteja aqui agora.
Me salva. Faça com que eu me sinta bem, por que não?
Eu sim, te colocaria no colo e faria você sentir o que nem mãe nem amante podem dar.
Eu te dou o peito. Te dou tudo.
Meu anjo. Se foi de todas as outras, tudo bem. Seja meu agora, pelos próximos meses ou até quando.
meu anjo. a. ar.
Chega aqui agora e me salva. Você nunca será tão feliz.
Dá-me tua mão, chega até mim.
Faça com que eu seja a única, especial. Você pode pensar que só até daqui a quatro meses, mas nunca sabemos. Esteja aqui agora.
Me salva. Faça com que eu me sinta bem, por que não?
Eu sim, te colocaria no colo e faria você sentir o que nem mãe nem amante podem dar.
Eu te dou o peito. Te dou tudo.
Meu anjo. Se foi de todas as outras, tudo bem. Seja meu agora, pelos próximos meses ou até quando.
meu anjo. a. ar.
Chega aqui agora e me salva. Você nunca será tão feliz.
terça-feira, 31 de março de 2009
Leveza
Não consigo sequer que ele queira me comer.
Ou saber como vou.
E vou mal, muito mal.
Sou incapaz de despertar vontades quaisquer, quanto mais o desejo de ultrapassar um detalhe.
Estou vazia.
Com toda a leveza que pesa sobre meus ombros carregados, sobre a minha cabeça latejante de e pelo silêncio.
Queria fazer todas as simpatias, orações e colocar nomes na boca do sapo.
Qualquer coisa que lhe despertasse vontade.
Que tornasse insustentável a distância.
Ou saber como vou.
E vou mal, muito mal.
Sou incapaz de despertar vontades quaisquer, quanto mais o desejo de ultrapassar um detalhe.
Estou vazia.
Com toda a leveza que pesa sobre meus ombros carregados, sobre a minha cabeça latejante de e pelo silêncio.
Queria fazer todas as simpatias, orações e colocar nomes na boca do sapo.
Qualquer coisa que lhe despertasse vontade.
Que tornasse insustentável a distância.
sábado, 28 de março de 2009
apelo
Por favor, eu sei ser merecedora.
Me liga,me chama para um café, fica comigo, por favor.
Eu não aguento mais, segura a minha mão, não me devolve para casa.
Faça me ser um pouco feliz.
Me liga,me chama para um café, fica comigo, por favor.
Eu não aguento mais, segura a minha mão, não me devolve para casa.
Faça me ser um pouco feliz.
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