quinta-feira, 26 de junho de 2008

Ivresse - como nossos pais, digo, nossas mães.

Tenho um namorado quase iletrado que me fode avec tendresse. Mas quando estamos cheirados (e morri de medo ao experimentar, gostei demais. Como algumas pessoas sentem medo e se defendem ao se apaixonar "demais") quer me arrebentar para que eu nunca mais me lembre dos brasileiros. E eu gosto. Tenho um amante francês que me fode de quatro. E é o que mais gosto. E depois se aninha no meu peito como criancinha. E eu gosto. E depois me despreza.
Mas é impossível não ir pra cama depois de ouvir "Je t'envie."
Só "ma femme" faria mais efeito.
Mas às vezes queria ser uma dessas putas italianas do início do século, com uma cicatriz na cara, marca do meu homem.

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